quinta-feira, 12 de setembro de 2013



PORTAS E JANELAS ABERTAS

Lá dentro era sofrimento.
E a vida corria lá fora.
Isto aconteceu há tanto tempo.
Foi outrora.
Por que isso me chega agora?
Porque recordei um voar...
Um revoar.
Eram andorinhas festejando.
No ar.
Deus, como naquele tempo eu sofria!
Quase morria.
E o revoar me renovava.
Com as andorinhas voava.
Pra onde eu ia?
Para um lugar que me salvaria.
E me salvou.
Levantei-me... novamente caminhei.
O que no meu caminho encontrei só eu é que sei.
E Deus. Porque ele que me fez de novo caminhar, vive a me acompanhar.
Direito eu nem sei rezar.
Nem quero aprender.
A gente precisa é crer.

sonia delsin 

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